Buscar
  • fluffypetgeral

Animais como espelhos!

Certamente já ouviram alguns dizer que conhece alguém ou viu alguém com um cão ou gato super parecido com ele. Do género "cara de um, focinho de outro"!.

Hoje falamos de algo do género, mas não em termos físicos.

Hoje vamos analisar como os animais são os nossos espelhos, como podem refletir as nossas personalidades...


Quer se trate de coisas tão simples como uma simples mudança da nossa postura, mudar o comportamento deles, quer se trate de algo mais complexo como situações de ansiedade e stress, os animais podem ser (e são-no muitas vezes) um reflexo do que se passa em nós.


Em termos energéticos, os animais vibram numa dimensão e numa frequência de energia mais pura, de amor incondicional. São seres muito empáticos e isso significa que trazem consigo a capacidade de absorver o que não lhes pertence e tomar como seu. Como animais dedicados, muitas vezes absorvem os nossos problemas, as nossas peculiaridades como forma de nós ajudar e, por vezes, acabam por nós imitar para nós alertar de algo. Muitas vezes até em casos de saúde e doença.


Ao longo destes anos de trabalho com animais e seus tutores algo tem sido notório e é esse efeito espelho, esse efeito reflexo que existe entre tutores e animais.


Já alguma vez notaram que quando vocês estão mais nervosos e/ou irritado o vosso cão também está mais nervoso?


Por vezes uma das chaves para mudarmos um comportamento nos nossos amigos de quatro patas é mudar o nosso próprio comportamento, a nossa postura e forma de estar. Por isto (e por muito mais) os nossos treinos não podem decorrer sem a presença e a participação ativa do tutor. A relação e a ligação entre ambos é fundamental e nada de pode mudar sem a participação dos dois, tutor e patudo.

Pedimos a alguns clientes que nos deixassem as suas partilhas. Estes são alguns exemplos de como é possível, mudando a nossa vibração e a nossa postura, mudar o estado do animal.


Por vezes podem ser em coisas mais simples como o puxar na trela ou as ditas "asneirolas", como se passou com o Axel:


"A partir do momento que nos tornamos mais pacientes em certas atitudes do Axel, ele também começou a alterar o seu comportamento. Viu que se fizesse algo de errado não ia ter uma reação da nossa parte, apenas íamos ignorar. Enquanto que tudo o que fosse bem feito, seria recompensado. Fez com que ele adotasse outra postura, e principalmente nós"


Outras vezes, as coisas são mais notórias e levam à frustração dos tutores, pois o cão reage na rua, puxa e não está relaxado:


"Antes de conhecermos a Hermínia e a Fluffy Pet, vivíamos um estilo de vida muito agitado, andávamos sempre em correrias e nervosos e o Tico, que chegou um cão muito bem disposto, aos poucos começou a mostrar estes sintomas. Não deixou de ser um cão alegre e brincalhão mas começou a ficar cada vez mais agitado. Os passeios eram numa correria para ele fazer as necessidades e nós podermos continuar com as nossas vidas.
O Tico começou a desenvolver alguns problemas de comportamento que nós tentamos combater. Mas quanto mais lutavamos mais o Tico lutava de volta. Até que decidimos mudar de estratégia e tentar entender o Tico.
Foi então que encontramos a Hermínia e começamos a fazer pequenas mudanças. Tentamos estar mais calmos, reduzir o nível de agitação da casa e principalmente aceitar que nem tudo o que acontece podemos controlar. Aos poucos o Tico começou a ficar mais calmo e conforme nós reduzimos o nosso nível de agitação, também o Tico o faz.
Claro que não somos perfeitos e não estamos bem todos os dias e é nesses dias que mais noto o quão nós influenciamos os que nos rodeiam. Eu até costumo dizer ao Tico e aos irmãos gatos "vocês escolhem a dedo o dia para me chatearem". Quando estou mais irritada ou cansada é quando eles fazem mais asneiras; no caso do Tico em particular, é quando ele na rua reage a quase tudo, o que me faz ficar frustrada e aí começa uma bola de neve. Também sinto esta agitação quando cá em casa estamos mais contentes ou entusiasmados com algum acontecimento. Já quando estou calma nem os sinto, está cada um na sua vida e é raro haver conflitos.
Por isso, muito obrigada à Hermínia por nos ajudar a entender melhor os nossos pequenos e como nós, sem querer os influenciamos."

Outras vezes ainda, o problema pode passar desapercebido até se encontrar num estado bem avançado e ser uma situação complexa:

"O meu nome é Raquel e a minha cadelinha chama-se Lucky. Agora tem 11 anos, mas quando eu a adotei tinha quase 3 anos. Vinha em muito mau estado, muito maltratada. Sem entrar em mais detalhes…. Foi amor à primeira vista para ambos os lados.
Contudo, eu tinha uma vida muito atarefada, e passava muito tempo fora de casa. Mesmo que saísse todos os dias com ela, 30 min aprox, as 6.00 da manhã as vezes, para ela sair pelo menos uma vez por dia de casa, ela passava muito tempo sozinha, num apartamento que era pequeno e tinha uma varanda muito pequena. Foi quando ela começou a desenvolver uma dependência total do dono. Parecia que tinha medo de me perder. Eu andava tao atarefada que não me apercebi, também não a conhecia como a conheço agora, e só me apercebi que ela estava doente quando ela começou a sangrar dos dentes de tanto ranger.
Nessa altura levei-a ao veterinário, que, muito bem, me passou um grande raspanete, e eu aí, tomei medidas. Porque se tinha adotado um animal era para o tratar como deve ser. Então, começamos com as aulas de comportamento com a Fluffypet, que foram fantásticas para eu começar a entender os comportamentos da Lucky e a antecipar os problemas. E também comecei a colocar a Lucky em Day care três vezes por semana, para que desta forma, ela se habituasse a outras pessoas e não ficasse tanto tempo sozinha. A Lucky começou a ganhar outra vida! A ansiedade dela diminuiu e quando a tem eu já entendo o motivo e sei como reagir.
Esta cadelinha é realmente muito especial. E digo isto porque, ela está em Day care desde 2015, agora apenas duas vezes por semana, mas acontece algo bizarro as vezes. Quando me vem entregar a cadelinha ao fim do dia, dizem-me que ela nesse dia não esteve bem. E perguntam, se eu estava bem? E, por norma, nos dias em que a Lucky não esta bem, coincide com os dias em que, por algum motivo, eu não estou bem. Ela funciona como uma esponjinha, que sente o que eu sinto. O que muitas vezes me obriga a reagir a algumas situações para ela não ficar doente também.
É muito mimada, faz de mim o que quer, já tentei treiná-la, mas não funcionou. Ela só faz o que quer. Senta quando quer uma recompensa. Deita quando quer uma recompensa. Acorda-me ao fim-de-semana as 6.30 da manhã. É um filme para lhe dar medicamentos…as vezes apetece-me tomá-los eu!
Mas eu sem ela já não vivo! A casa sem ela, esta vazia."

O que temos em comum em todos estes casos (e tantos outros que poderíamos colocar aqui!)?!?


A nossa atitude a influenciar a atitude do patudo. Vezes e vezes sem conta vemos que somos nós que causamos os problemas deles, que eles nos refletem, quer em termos de estado de espírito, quer em termos de doenças.

Eles são um espelho e vêm lembra-nos sobre o que mais precisamos de mudar em nós e na nossa vida.

Por vezes, para os ajudar a eles, o primeiro passo é ajudarno-nos a nós mesmos.

Fluffy Pet - treino canino, reiki em animais e pet sitting ao domicílio

960 160 170

www.fluffypet.pt

fluffypet.geral@gmail.com

Facebook | Instagram | YouTube



19 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Rotinas