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Como cão e gato!...

Vou-vos pedir que se permitam ir até um dia, um local onde viram dois gatos a interagir pela primeira vez. Por norma, eles não são invasivos, eles avaliam, cheiram, olham em modo de quem pergunta "posso avançar"? Já alguma vez assistiram a algo assim? Quase como que uma dança..

O que queremos hoje é mostrar-vos, passo a passo, como podemos apresentar um novo elemento ao patudo da casa.





Vamos partir do princípio que o patudo residente é um cão (no caso de gato, é só fazer alguns ajustes, mas o conteúdo será muito idêntico).

Idealmente, o primeiro passo é ter um cão equilibrado e estável, que se dê com outros animais.


eQuando o gato chega a casa, não o devemos juntar logo com o cão. Vamos deixá-lo num espaço só seu, livre de cão, num pequeno santurário onde tem a sua cama, comida, água e caixa de areia. Podemos deixar alguns brinquedos e esconderijos para ele brincar e se entreter, prateleiras a diferentes alturas, túneis, caixas...

Agora que temos o espaço dele, vamos dar-lhe tempo para se habituar à sua nova casa. Ofereçamos uns dias de repouso da aventura que foi sair do local que ele conhecia para esta nova casa. Vocês podem estar com ele no espaço sempre que entenderem, dar mimos e festas, brincar com ele.

Podemos aproveitar estes período para fazer as visitas ao veterinário e garantir que está tudo ok com ele em termos médicos.


Por terem uma capacidade olfativa maior que nós, quer o gato, quer o cão, já terão percebido, a esta altura, a presença um do outro. O que estamos a fazer é dar-lhes oportunidade de "se conhecerem" sem se verem. Vão ganhando consciência um do outro de forma lenta, calma e tranquila.





Depois, podemos começar a dar alguma liberdade, trocando o gato e o cão de divisão (ex: vamos imaginar que o cão estava no corredor e o gato na sala,. Hoje vamos levar o gato para o corredor e deixar o cão na sala). O objetivo deste exercíco é eles poderem cheirar o local um do outro, inspecionar à vontade, conhecerem-se ainda mais através dos cheiros e odores.

O que acontecerá se eles estiverem separados apenas por uma porta é que se vão cheirar pelas frestas da mesma. Se a porta for de vidro, já começa a haver algum contato visual.


Depois deste passo (com alguns dias de repetição) poderemos experimentar uma primeira abordagem em conjunto, mas com cuidados - mantemos o cão de trela para evitar que corra para o gato e deixamos o gato livre com possibilidade de se refugiar em prateleiras ou local elevado onde o gato não chegue. Por questões de segurança, não recomendo que nenhum dos animais esteja preso no colo, pois podem magoar-nos.

Outra alternativa a este passo é colocar o gato dentro de uma transportadora e permitir ao cão breves cheiradelas.


Ao fim de algumas vezes, estará na hora de "soltar" os dois. Podem fazer, inicialmente, sessões curtas e sempre supervisionadas. Depois vão aumentando o tempo de interaçõa. Importa referir que, sempre que necessário, podemos intervir e sempre que sairem, separem os patudos.





Todo este processo será muito mais fácil para o humano se antes de o fazer, dedicarem algum tempo a estudar a linguagem corporal das duas espécies, para conseguirem identificar os devidos sinais e atuarem sempre que necessário. Recordem-se que este é um momento em que eles podem precisar da sua ajuda.



Nas fotos duas das nossas modelos - Lobita e Buda



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Fontes:

https://www.animalhumanesociety.org/behavior/how-introduce-dog-and-cat

https://resources.bestfriends.org/article/how-introduce-dog-cat



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