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Desvendando as coleiras

Hoje em dia existem variadísimos modelos de coleiras no mercado e, algumas, muito giras e todas fashion, sem dúvida. Existem coleiras com desenhos, lisas em cores chamativas, com incrustações, com pedras... enfim. Vivemos numa época em que o que imaginarmos para a coleira do nosso cão, provavelmente existe.





Por outro lado temos as chamadas "coleiras de treino" que de treino nada têm, a não ser uma designação desatualizada e errada. As ditas "coleiras de treino" são enforcadores que magoam e causam dor, desconforto e até mesmo, problemas físicos aos animais.


O que pretendemos com este artigo é trazer alguma luz aos tutores e explicar algo que não parece ser assim tão óbvio para muitas pessoas - a anatomia do pescoço do cão!


Vamos por partes e, antes de nos aventurarmos a ver os perigos do uso de uma coleira (seja ela qual for em cães que puxam muito na trela), vamos olhar para o pescoço do cão.


A zona do pescoço deve ser das zonas mais sensíveis de um cão, ao mesmo tempo que é de extrema importância por todos os órgãos que a compõem. Nesta zona encontramos o maior orgão do corpo (a pele - e notem que a pele dos cães é mais sensível do que a pele humana), encontramos vasos sanguíneos e veias, encontramos glândulas como a tiroide e os gânglios linfáticos, temos o esófago, a traqueia, músculos e a coluna cervical.




Se aplicamos força e pressão nesta região ou se o nosso cão (que usa coleira) puxa imenso na trela, o que vai acontecer é que, com tempo, vamos danificar todos estes órgãos e vamos a estar a criar problemas de saúde como problemas oculares, possivel colapso da traqueia, desordens na tiroide (e um dia podermos azer um artigo sobre a importância da mesma), problemas no fluxo sanguíneo, problemas na ciruclação de oxigénio, lesões no esófago e traqueia, problemas de ouvidos e, até mesmo, problemas comportamentais por dor.


Logicamente que as ditas "coleiras de treino" (enforcadoras, estrnaguladoras...) não deverão ser usadas não só por tudo o que foi mencionado acima (e que podemos aprofundar muito mais), mas também pela associação negativa que o cão poderá criar com a pessoa que o passeia, pessoa essa que, por norma, é o seu tutor, o seu humano, a pessoa em que ele mais deveria confiar e que deveria querer o seu melhor. Acreditamos que uma relação baseada no desconforto e na dor não é a relação mais feliz, ou pelo menos, não vivem na felicidade e cumplicadade que poderiam ter.





Já em relação a uma coleira normal, nada temos contra o seu uso quando falamos em usá-la para a chapa de identificação. Aliás, até recomendamos que os cães usem coleira com chapa de identificação para que, em alguma eventualidade (pode assustar-se e fugir, pode a trela rebentar, pode a pessoa cair e largar a trela, pode acontecer um sem fim de possibilidades), haja a facilidade de quem encontrar o cão ter a posibilidade de ligar aos tutores.



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Fonte:

https://www.petcoaching.com.br/artigo/post-de-esclarecimento-sobre-o-nao-uso-do-enforcador

https://dicaspeludas.blogspot.com/2013/11/coleiras-e-enforcadores-basta.html



Imagem: https://www.petcoaching.com.br/artigo/post-de-esclarecimento-sobre-o-nao-uso-do-enforcador

https://www.petcoaching.com.br/artigo/post-de-esclarecimento-sobre-o-nao-uso-do-enforcador


Fotografias de coleiras: Geração Animal, a quem agradecemos a disponibilidade das mesmas https://www.facebook.com/Gera%C3%A7%C3%A3o-Animal-Petshop-1469356526689040/

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