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Escolhas e Decisões

Hoje trazemos um artigo um pouco diferente do que tem sido habitual. Queremos plantar uma sementinha e deixá-la germinar.... queremos trazer assunto para meditarem sobre ele. Queremos, como sempre, ajudar os patudos a serem melhor compreendidos e, por vezes, isso pode implicar a que hajam questões simples, mas que nem sempre colocamos.


Hoje vamos falar de decisões e sobre a possibilidade de escolha.

E este tema sugre porque estes dias estivemos de férias e recebemos familia em casa. Como seria óbvio (já vão perceber o porquê!) tivemos de alterar algumas coisas em casa. Com essa mudança, demos por nós a pensar... que escolhas tem a Lobita neste momento? E as gatas?


Pois bem, vamos por partes... comecemos pelas camas. A Lobita tem três camas espalhadas pela casa (uma na cozinha, uma na sala e outra no quarto), além disso pode ir para a nossa cama e para o sofá sempre que lhe apetece. Ou seja, ela é livre de escolher onde quer descansar e onde quer ficar - se sentir que precisa de companhia certamente fica na cama da sala ou no sofá, ou na cama da cozinha se estivermos por lá. Se preferir um momento de sossego e de paz, pode, muito bem, ir para qualquer uma das divisões onde não estamos, incluindo o jardim durante o dia.

O mesmo acontece com as gatas - além das camas da Lobita, da nossa cama e do sofá, ainda podem ir para uma das duas camas que têm no nosso quarto. Isto, claro está, sem contarmos com os pontos altos como a janela e o frigorífico.


Já perceberam onde queremos chegar?


Mas passemos à água....

Espalhadas pela casa estão 5 taças de água e duas no exterior. Todas elas levam água vinda da mesma torneira, mas as patudas são livres de escolher de onde querem beber água. E acreditem que o fazem!



Podemos continuar....

Vamos ver agora os passeios da Lobita!

É certo que aqui é um pouco mais limitado, porque somos nós que decidimos quando vamos passear e ela vai de trela. Porém, tendencialmente é ela que escolhe para que lado quer ir. Uns dias sai de casa e vira à direita, outros vai para a esquerda. O ritmo do passseio é incutido por ela (afinal o passeio é para ela), as paragens ao longo do passeio são escolhas dela, bem como o tempo em que ficamos em cada local. Se encontra um cão na rua, é ela que decide se quer ou não brincar com ele, não somos nós que a incentivamos. Se estamos num local mais isolado onde ela pode andar solta, ela vai para onde quer e entende, explorando o local por sua conta.



Basicamente, o que vos queríamos trazer hoje era mesmo esta análise... quanto do dia a dia do vosso patudo é ele que escolhe? Que decisões diárias é que lhe são permitas tomar? Será que vocês lhes pemitem tais escolhas?

Vamos, mesmo que devagar, oferecer mais possibilidades de escolhas aos nossos patudos?


E tu, qual será a primeira alteração que vais fazer?







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