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  • fluffypetgeral

Férias com 4 patas

Adoramos o nosso patudo, fazemos tudo por ele e, no momento de irmos de férias, acabamos por decidir incluí-lo na nossa viagem e vamos fazer uma viagem com ele... Mas e agora? O que devo fazer? O que devo esperar dele? Como me posso organizar para esta aventura?


Neste artigo vamos falar um pouco da nossa recente experiência de irmos de férias com a Lobita e dar alguns conselhos que podem ajudar nos planos da vossa próxima viagem com o vosso fiel amigo!




Toda a família deve estar de acordo

Muito importante - talvez mesmo o mais importante - é que toda a família/ grupo que vai de férias esteja de acordo com a presença do patudo nas férias. Se todos os elementos estiverem de acordo, tudo correrá mais facilmente; caso contrário esperam-se frases como "oh não podemos ir ali por causa do cão", "quero ficar a dormir até mais tarde e não vou levar o cão à rua" ou "outra vez eu a dar-lhe comida?".

Levar um patudo de férias implica ter a consciência de que ele vai estar connosco e precisamos de o ajudar: poderá estranhar o novo local onde vai dormir, temos de o levar à rua, temos de lhe dar comida, precisamos ter a noção de que não poderemos entrar em muitos locais na sua companhia... Existem uma série de questões a considerar.



Clínicas Veterinárias e SOS

Se toda a família está de acordo e está disposta a fazer "sacrificios" em prol do bem estar do patudo.... vamos de férias com o nosso 4 patas!


Mas e se acontecer alguma coisa?


Idealmente, deveremos agendar uma consutlta com o médico veterinário antes da viagem, de forma a que o patudo possa realizar um check-up e garantir que está tudo ok e está apto a viajar. Existem animais que enjoam e que precisam de algum tipo de ajuda/ medicação nesse sentido e, este é o momento ideal, para ver a melhor solução com o médico veterinário.


Não menos importante que a ida ao veterinário antes da viagem, é conhecer as clínica veterinárias no local de destino. Pesquisar as clinicas nas imediações do local onde vamos ficar, poderá salvar imenso tempo num momento de aflição e de urgência. Pesquisem as clínicas, vejam a morada e verifiquem o trajeto para lá chegar, guardem o contato de urgência. Se puderem, até podem ir lá pessoalmente quando chegarem ao local de destino para se ambientarem com o local e acessos.


Claro que, se quisermos esmiuçar ainda mais, podemos determinar os locais de paragem que vamos realizar ao longo da viagem (sim, porque o vosso patudo vai precisar de fazer as necssidades, comer, beber água e cheirar para relaxar) e fazer essa mesma pesquisa para cada paragem.


Ainda no âmbito das emergências, importa lembrar da importância de ter sempre à mão o boletim de vacinas, medicação que ele faça, bem como uma forma de identificação no vosso patudo no caso de fuga - mas não arrisquem, não soltem os vossos patudos em locais estranhos, principalmente se existe possibilidade de ele se perder.


Nunca se esqueçam, ainda, de levar convosco o kit de primeiros socorros - a pensar no bem dele e no vosso!





Formas de Transporte

Se formos de carro, tudo se torna mais simples e fácil, pois fazemos tudo ao nosso ritmo e somos nós a decidir tudo. Porém, se formos de avião, comboio, barco ou autocarro precisamos de nos dedicar ainda mais ao plano da viagem. Precisamos de:

- saber se a transportadora aceita animais

- se sim, quais as scondições (questionem muito bem esta parte)

- precisamos de fazer aguma medicação/ vacinação específica?

- ele tem de ir numa transportadora? Se sim, o nosso patudo já está habituado a isso ou precisamos de o ensinar?

- ele precisa de usar açaime? Se sim, o nosso patudo já sabe estar confortável com açaime ou é algo que precisamos de trabalhar?

- com quanto tempo de antecedência precisamos de estar no embarque para dar formalidade ao embarque dele?

- pode ir connosco ou vai noutro compartimento? Ele tem assisitência ao longo da viagem?

Quanto mais longa a viagem e quantos mais transportes isarmos, mais cuidadosa e minuciosa deve ser esta etapa!



Rotinas



Finalmente chegamos ao local de destino e às tão desejadas férias.... mas e o patudo?

Não se esqueçam de que é importante para ele manter o máximo das rotinas possível, Vamos ter de o alimentar, levar à rua, brincar com ele.... vamos ter de garantir que descansa, vamos ter de o ajudar a enquadrar-se nesta nova realidade.

A pior coisa que podemos fazer é chegar ao local, depois de tantas coisas que aconteceram na viagem, e deixá-lo sozinho no quarto ou num local estranho e irmos passear. Coloquem-se no lugar dele.. lembrem-se que se comprometeram a estar presentes ao longo das férias e de o ajudar.




Relaxamento Final

Quando tudo termina e regressamos a casa, o mais natural é que o nosso patudo esteja de rastos, exausto de tantas novidade, de andanças de um lado para o outro, da viagem, de cheiros novos e imensos, de novas ãomizades.... enfim, agora é tempo de relaxar.

Da experiência que tivemos com a Lobita, nos primeiros dias ela só quis voltar à sua caminha, dormir, comer e ir ao jardim fazer as suas necessidades. Não insistimos com grandes passeios, treinos ou aventuras. O importante nesta fase é descansar e libertar todo o stress da viagem.




Muito mais haveria por dizer, muitos mais aspetos a focar, e muito mais a detalhar em cada ítem abordado. Mas isso fica para próximas oportunidades!


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