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O meu cão não para... e agora?

Muitas vezes dizem-nos algo como "o meu cão não pára!", ou "ele tem de estar sempre a fazer alguma coisa" ou, até mesmo, "não sabe estar sossegado!".


Claro que podemos começar por dizer que a genética e a raça do cão podem ter alguma influência nos comportamentos do mesmo. Lógico que um Beagle não tem a mesma energia que um Rafeiro do Alentejo, ou que um Border Collie e um Chihuahua são completamente diferentes.

Cada raça foi desenvolvida com determinado propósito e umas raças são mais "mexidas e agitadas" do que outras.

Certo. Concordamos até certo ponto.

Porém a raça por isso só não justifica tudo. Conhecemos Pastores Belga Malinois bem calmos e tranquilos.

Nunca esqueçamos que cada indivíduo é único e que a aprendizagem/ o que lhes ensinamos fazem muita diferença.


Vamos dividir este tema em mais aspetos.


Quando os cães são pequenos, o que (por norma) temos tendência a incentivar são as brincadeiras agitadas, por norma envolvendo mordidas, perseguições e muita atividade. Acredito que, de uma forma muitas vezes, inconsciente, acabamos por excitar o nosso cachorrinho. Se ele crescer neste nível de energia, ele vai perceber que estas atividades são n ormais e naturais e vai crescer a aprender que isso é o que deve fazer.


Assim, o ideal é não ter estas brincadeiras com o nosso patudo, optando por outras atividades mais calmas, menos agitas e menos excitantes.


Agora olhemos para os cães de uma perspetiva mais "natural". Sim, os cães correm, saltam e têm picos de energia... mas é mesmo isso... picos. Nenhum cão foi criado para perseguir bolas durante meia hora seguida, correr para trás e para a frente atrás de um boneco ou ter esse tipo de atividade intensa por um período prolongado - podemos pensar num cão de caça, por exemplo, em que há um pico de energia, uma corrida rápida e forte, mas de curta duração; onde não se vê este tipo de repetições.


Mas, então, o que podemos fazer?

Podemos começar por não estar sempre a chamar o nosso cão, construindo, com isso, alguma independência de nós. Podemos dar-lhe atividades mais calmas e tranquilas como atividades que envolvam trabalho de nariz (como espalhar comida na relva e permitir que a encontrem através do olfato, ou permitir que cheirem mais durante os passeios), atividades que envolvam o ato de roer (como roer ossos ou comer gelados nos dias de maior calor) ou, até mesmo, permitir que eles descansem de forma calma e tranquila - mais vezes do que seria ideal, esquecemo-nos que o descanso é extremamente importante para o bem estar dos nossos patudos.





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